terça-feira, 16 de junho de 2015

Curiosidades sexuais ao longo da História (1)


BRINQUEDO ANTIGO – O arqueólogo e antropólogo inglês Timothy Taylor defendeu a tese de que o sexo na Pré-história não tinha por finalidade só a reprodução, mas principalmente o prazer. Sua afirmação tem como base objetos paleolíticos que apresentam, por exemplo, figuras de mulheres se masturbando ou dois pênis esculpidos em pedras, muito semelhantes aos atuais vibradores. E ainda hoje há quem diga que isso não tem utilidade...

TAMANHO CHINÊS – Os chineses de antes de Cristo já se preocupavam com o tamanho do pênis. Algas marinhas, misturadas com extrato de fígado de cachorro branco, aplicadas três vezes ao dia, aumentavam o tamanho do pênis em três polegadas, o equivalente a 6 cm.

FAVOR DIVINO – Na alta antiguidade e em algumas civilizações não era permitido ao marido deflorar sua esposa. Na Idade Média, era comum os padres e nobres resolverem esse problema, comendo pela primeira vez a mulher do próximo. Ave Maria!

SUBIU, CANTOU – Durante o século XI surgiu a punição através do canto de salmos penitenciais. O homem que tivesse ejaculação noturna deveria levantar-se em seguida e entoar sete salmos.

UMA POR HORA – Cerca de um século depois de Cleópatra, Messalina se tornou a grande ninfomaníaca de seu tempo. A esposa do imperador romano Cláudio converteu-se, durantes as ausências de seu marido nas guerras, na mais notória prostituta de Roma. Há registro, inclusive, de uma prova de tesão disputada entre Messalina e outra fogosa da época. Messalina venceu, pois fornicou 25 vezes no espaço de 24 horas.

TUDO PELO TESÃO – O imperador Tibério tinha uma ilha, como lugar próprio para orgias. Quando começou a sentir o peso da idade, o rei romano levava grupos de moças e moços para trepar num imenso salão. As cenas deveriam despertar o vulcão adormecido. Ele gostava de olhar bem de perto, de acariciar os rapazes e as menininhas. Quando ficava com tesão, ele comia a bunda dos soldados de Roma. Depois, era enrabado e gozava aos berros.

MUITO AQUILO – Alexandre, o Grande, um dos maiores reis da Antiguidade, morreu de esgotamento nervoso em 323 AC, aos 32 anos, de tanto transar. E, ainda por cima (ou por baixo), era bissexual. Ou total flex, como se diz hoje em dia.

REZA NO COLCHÃO – Em 567 DC, o Concílio de Tours decidiu que dois padres não poderiam dormir na mesma cama. Entenderam que a ocasião é que faz o ladrão.

LUXÚRIA ATÉ O FIM – A rainha Zíngua, no século XVII, em Angola, mantinha grandes haréns de homens. Às vezes organizava batalhas de morte entre os guerreiros, sendo que o vencedor adquiria o direito de levá-la para a cama. Algumas vezes fazia amor com um homem durante uma noite inteira, para na manhã seguinte ordenar sua morte. A rainha Zíngua continuou sua sangrenta lúxuria sexual até os 77 anos, quando se converteu ao catolicismo.
               
COMEDOR DA CORTE – Documentos recentemente descobertos na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro dão provas definitivas de que D. Pedro II era mesmo um dos bons de cama da Corte. A pesquisa mostra cartas, bilhetes, fotografias e confirma que ele chegou a conviver com cinco diferentes amantes ao mesmo tempo, enquanto casado com Dona Theresa Cristina Maria. Considerava-a manca, vesga, gorda e baixinha. Incomível, como diria um ex-ministro.

BICHA VELHA – A descoberta de uma múmia nos Alpes austríacos, em 1991, com idade estimada em 5 mil anos, chamou a atenção pelo seu reduzido pênis e resquícios de sêmen em seu reto. De repente, os pesquisadores se deram conta que estavam diante do primeiro ancestral gay de que se tem notícia. Uia!

PORCO SEGURO – Numa antiga mina de sal de Hallsteins, na Áustria, foi encontrado um preservativo com data estimada de 2.500 anos. A descoberta é dos pesquisadores alemães da Universidade de Marbugo. Eles identificaram como bexiga de porco o material utilizado na confecção da camisinha.


GRANDE E MUITOS – Catarina, a Grande, quando se casou com Pedro III, escandalizou a corte russa com sua sexualidade insaciável. Confessou publicamente que mantinha relações sexuais seis vezes ao dia e ainda possuía 21 amantes “oficiais”. Os historiadores afirmam que o número de amantes “não oficiais” passava de 100.

Um comentário:

  1. Olá... Um barato esses seus "causos" envolvendo gostos sexuais através dos tempos, mas... será que o amigo não se esqueceu do "outro" Pedro, o Demonão?

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